“Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Más há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isso não tem importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado. — William Shakespeare. (via
aluguefelicidade)
27/05/2012 @ 01:54
“Eu gosto tanto dela, a ponto de querer tá perto, pronto
Não tem outro jeito de me ver sorrir. — Emicida. (via
marcellohnp)
27/05/2012 @ 01:42
Eu nunca quis entender porque as pessoas gostam de mentir. Nunca quis entender porque as pessoas não gostam de mentir. É errado. É certo. É feio. É bonito. É estranho. É perigoso. É seguro. É aceitável. É também, inaceitável. As pessoas sempre esquecem. Pode parecer algo louco e pretensioso de dizer, mas ninguém tem uma memória de elefante. Todo mundo esquece quando a mágoa passa, mas a confiança dificilmente é estabelecida novamente. Muitas coisas sofrem consequências e se perdem.
Minta, mas carregue a sua verdade segura no seu bolso. Dê uma olhada para ver se ele não está furado. Mentir nunca será o problema, o problema é você acreditar na sua própria mentira.
-thesaumensch
25/05/2012 @ 02:25
“Só confessamos fraquezas para quem nos fortalece. — (Carpinejar)
24/05/2012 @ 07:55
“Ela carregava no peito uma bomba-relógio, e ele acionou o timer. A menina -pobre coitada!- explodiu-se em borboletas e depois tornou-se apenas resquícios de si mesma. O rapaz -maldito canalha poeta!- pinta quadros que retratam, quase sempre, borboletas em chamas. E eu? Eu, covarde como sou, desenho poesias errôneas sobre os dois, tremendo de medo. Por quê? Porque eu explodo estrelas e nado em lágrimas de sangue. Eu também tenho uma bomba-relógio no peito. Não acione o timer. —
Pietra Falseti., Não acione o timer. (via
inviavel)
24/05/2012 @ 03:44
“É que eu sou meio bomba-relógio sem hora exata para explodir, mas sempre prestes a detonar. Tenho aquilo de “fio vermelho e fio azul” que poucos sabem qual escolher e a hora exata de cortar. Desarmar-me no momento certo, é quase sempre a única maneira de continuar, mas, para os desavisados ou desinteressados, faço mesmo questão de explodir. Das intensidades de explosão, vou desde o TNT do papa-léguas até próximo do cogumelo formado em Hiroshima. Tenho aquilo de campo minado também, explodo fácil quando andam por mim sem analisar o caminho. Mas, na maioria das vezes, sou só bomba-de-efeito-(in)moral ou granada que só explode quando o outro quer. Cabe ainda uma última ressalva… não foi inventado um esquadrão anti-bomba para o meu ser, mas, têm alguns que até se arriscam. — Matheus Rocha (via
neologismo)
24/05/2012 @ 03:34